Técnica de Flashcard (Anki)

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Seria praticamente impossível agradecer a todas as pessoas que me incentivam a continuar registrando minhas aventuras neste blog, mas tenho um grande amigo a quem faço questão de registrar nominalmente o meu especial agradecimento.

Yudi, concurseiro Samurai, este post aqui é uma tentativa de agradecê-lo pela constante parceria, incentivo e paciência! Nada disso teria acontecido sem a sua colaboração! Obrigado, nobre amigo!


Hoje eu vou aproveitar a ausência daquele cara chato, digo, do meu diretor gente fina, o Agamenon, para ir direto ao ponto: se você não conhece a técnica de Flashcard, então é melhor conhecê-la. Vou além, é melhor começar a utilizá-la desde de ontem! Todos os concurseiros de alto rendimento que eu conheço a utilizam ou a utilizavam, quando estavam “ativos” no mundo dos concursos.

Essa técnica é estupidamente simples, mas muito eficiente. Para começar, pegue um desses papéis de blocos de anotar recados telefônicos. Em um dos lados do papel escreva uma pergunta; do outro, a resposta correspondente. Pronto! Isso é tudo que você precisa saber sobre essa técnica. O próximo passo é revisar, de tempos em tempos, essas perguntas/respostas.

(Eu tô gostando de ver, Akilez, hoje você tá indo direto ao ponto! Escreva mais, escreva mais… prometo, sem cruzar os dedos, que hoje eu lerei o post até o fim!).

A técnica de Flashcard é muito utilizada no estudo de idiomas, em que de um lado do “cartão” (papel) coloca-se uma palavra em inglês, por exemplo, e do outro a tradução correspondente para o nosso idioma:

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Para ficar mais divertido, podemos criar cartões com frases mais elaboradas (você me paga, Agamenon!):

ingles-exemplo-02

Pratico essa técnica há muitos anos, mas foi em 2007 que tive uma grande experiência com os flashcards. À época, eu era um pacato servidor do MPF (MPU) em Cuiabá-MT — terra maravilhosa onde fui muito bem acolhido (valeu, Cuiabá!). Eu queria retornar à Brasília, mas a remoção no MPU estava mais demorada que enterro de rico. O jeito foi “Voltar À Prancheta” e começar a estudar para o concurso do MPU/2007 (FCC).

Estava sem computador, sem livros, sem nada que pudesse me ajudar a estudar. Eu mal tinha um lugar para morar. O edital já estava na praça e tive que improvisar. Fui à livraria mais próxima e comprei um livro TI (Redes de Computadores, do Tanenbaum), uma apostila com todas as leis secas que eu precisaria para o concurso e um bloquinho de anotações. Na mesma semana, peguei uma carona com os colegas do cargo de Transporte do MPF e comprei uma mesa e uma cadeira — de segunda mão, é claro (tá achando que vida de concurseiro é fácil?).

Abastecido com esses valiosos recursos, comecei a produção dos cartões (flashcards). Quando precisava estudar algo pela Internet, eu ficava até mais tarde no serviço (com a permissão do chefe tá?) lendo e resolvendo questões da banca FCC. Após ter criado os cartões e revisado diversas vezes cada um, lá fui eu encarar a prova em Brasília (#partiuHoraDaVerdade).

Para minha surpresa, deparei-me com a seguinte questão na prova:

fcc-mpu-2007

E vejam só o que eu havia revisado em casa:

flashcard-mpu-2007

(Que letra “horrivis” é essa, Akilez? O importante é ter saúde, né?)

Acertar uma questão “decoreba” desse tipo me fez ser nomeado para o MPU e retornar feliz e contente para o DF. Além disso, comprovei na prática que uma questão faz toda a diferença em um concurso. Errar uma questão de prova pode nos deixar fora das vagas. Em tempos de crise e falta de concursos públicos, devemos errar o mínimo possível. É por esse e outros motivos que eu respeito tanto a técnica de Flashcard. Do meu “canivete suíço” de técnicas de estudo, ela jamais ficará de fora.

Aprendizagem Por Repetição Espaçada

Muitos podem pensar: “Não vi nada de fantástico nessa técnica“. Sinceramente, até concordo com esse pensamento. A técnica de Flashcard é bem interessante, mas tem um pequeno detalhe:

Como saber a hora certa de revisar os cartões?

A resposta está na chamada Aprendizagem Por Repetição Espaçada (Spaced Repetition System – SRS).

Vejam, por exemplo, esta clássica figura:

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A imagem acima apresenta a chamada “Curva do Esquecimento“, ou seja, é mostrado o momento em que deveremos fazer as revisões. Caso contrário, o conhecimento se perderá. Traduzindo de forma simples o conteúdo dessa imagem, temos:

  • Se tivermos estudado uma matéria, no dia 01/01/2016, por exemplo, então no próximo dia deveremos fazer a 1ª revisão;
  • A 2ª revisão deverá ser feita no dia 10/01/2016;
  • A 3ª revisão deverá ser feita no dia 30/01/2016;
  • E por aí vai…

Para os amantes de videogame, essa técnica pode ser comparada com aquele jogo antigo de corrida em que o carrinho vai perdendo potência — até parar completamente —, caso não encontre gasolina pelo percurso. Cada vez que você “abastece” o carro (pegando o coração na pista), o motor continua em funcionamento. A Aprendizagem Por Repetição Espaçada funciona, mais ou menos, assim também. Quando a informação começa a sumir da sua cabeça, você a revisa (“reabastece”) de forma a renová-la em sua mente — mantendo o “motor” cerebral sempre em funcionamento.

road-fighter

(Caramba, Akilez, agora você pegou pesado! Joguinho pré-histórico de MSX dos anos 80? Aí eu vi velharia!)

A Aprendizagem Por Repetição Espaçada é fruto de muito estudo, realizado por pessoas comprometidas como Hermann Ebbinghaus e Piotr A. Wozniak (criador do Supermemo, um tradicional software de SRS).

O processo é muito simples: não devemos perder nosso tempo revisando o mesmo assunto a semana inteira! Isso é desperdício de tempo! Precisamos saber o momento certo de revisar a matéria.

(Calma aí Akilez… então quer dizer que eu vou ter que criar um agendamento para saber quando eu deverei revisar uma matéria? Fala sério, eu tenho dezenas de assuntos a serem revisados e esse agendamento não é nada prático! )

Acalme-se, nobre candidato! O guerreiro Akilez já fez o dever de casa para você. Aliás, há mais de 10 anos eu venho fazendo esse “dever de casa” para muitas pessoas a quem tive a oportunidade de ajudar ao longo da minha história com o concurso público. Você não precisa se preocupar com as revisões. O que você precisa fazer é instalar um programa que utiliza um bom algoritmo de Aprendizagem Por Repetição Espaçada e deixá-lo fazer o trabalho “sujo” para você.

De todos os programas que eu já utilizei para criar flashcards (entre eles o Supermemo e Mnemosyne), o Anki é de longe o que melhor me atendeu. Além disso, ele é gratuito e roda em Windows, GNU/Linux, Mac, Android e iOS (infelizmente, essa é a única versão paga).

Para vocês se animarem, segue a “carinha” do meu Anki. Eu criei um novo ambiente na ferramenta e importei alguns cartões, a fim de mostrar a quantidade de cartões que eu precisaria estudar se estivesse iniciando meus estudos hoje. São muitos cartões (também chamados de “fatos”) a serem estudados, mas o Anki abstrai essa dificuldade, a fim de tornar o estudo uma experiência gratificante. Os guerreiros Ewerton, Eduardo e Ernesto, que começaram a utilizar o Anki há poucos meses, que o digam. Nunca os vi tão motivados!

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Eu fico super animado em escrever sobre o Anki. Não sei o que seria de mim sem ele. E aqui não falo apenas em relação à preparação para concursos. O Anki vai muito além disso! Toda informação útil, que precisa ser preservada, pode ser inserida como cartão no Anki. Se estou lendo um livro e me deparo com uma frase que me leva à reflexão, eu a anoto em uma folha de papel e depois a insiro no Anki.

Vale a pena dizer que muitas pessoas me perguntam sobre revisões. Querem saber como elas são feitas e se uso o tal “Ciclo de Estudos” (virou moda na Internet alguém inventar uma expressão e todo mundo sair usando sem ao menos saber do que se trata). Não uso ciclos, não uso agendas, só utilizo rigorosamente o Anki! É ele o responsável por me informar o momento adequado de revisar meus cartões. É uma relação de amizade. Ao abri-lo, é como se eu dissesse: “meu caro Anki, o que temos para revisar hoje?“. Quando não estou revisando, estou incluindo novos cartões na ferramenta. Dessa forma, o conhecimento estará sempre em constante evolução.

O Anki é minha base única de estudos. Tudo o que preciso está nele. Se não estiver, é porque ainda está sendo adicionado. O Anki é o companheiro de estudos que todo concurseiro deve ter ao lado.

E digo mais (lá vem bomba!), há muitas pessoas estudando com o Anki hoje em dia. A maioria fica caladinha, sem dizer nada. Eu mesmo utilizei o Anki por muitos anos sem falar para ninguém (sim, de bobo eu só tenho a cara e o andar). Apenas amigos próximos e parentes sabiam. Apesar de eu já utilizá-lo há bastante tempo, o seu uso começou a popularizar no Brasil com a galera da TI. Quem é de TI sabe o quão difíceis são os concursos dessa área. A única forma de tentar largar na frente dos “nerds” (levem como elogio) da UnB, Unicamp, UFPE, ITA, IME, etc., era com o Anki. Como não estudo mais para TI, posso mandar a real para vocês:

Atualmente, todo concurseiro de alto rendimento utiliza o Anki em seus estudos — nem que seja escondido!

E você, vai começar a utilizá-lo quando?

Hoje, o uso do Anki está democratizado. Todas as áreas de formação estão utilizando essa ferramenta. Quando eu estava sem estudar para concursos, costumava participar de grupos pequenos de estudos. O intuito era ajudar amigos e familiares a alcançar a tão sonhada aprovação. Nesses grupos, eu ficava encarregado de criar os cartões a serem estudados por seus membros. O objetivo era ganhar tempo e os resultados foram extremamente satisfatórios.

Lembro-me, com bastante felicidade, que no concurso do STJ 2015, na disciplina de Regimento Interno (RI-STJ), acertamos — previamente100% das questões que caíram na prova (inclusive uma questão polêmica que recebeu muitos recursos). Tudo isso com ajuda do Anki.

Vejam alguns exemplos de questões do baralho (deck) de RI-STJ:

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Sempre que falo sobre o Anki, as pessoas costumam ficar bastante animadas:

Como eu vivi sem isso? Será que esse Anki também faz café e traz a pessoa amada em 3 dias?

Prepare-se, então, para o choque de realidade! O Anki é um amigo fiel, mas ele também possui “sentimentos”. Sendo assim, ele depende de algo muito importante para funcionar: cartões (questões). A ferramenta não faz mágica! Se vocês não adicionarem as questões no Anki, então é o mesmo que ter uma Ferrari sem gasolina — só servirá para enfeite. Por incrível que pareça, os cartões não caem do céu. Eles precisam ser criados. Na melhor das hipóteses, eles poderão ser obtidos por meio de decks compartilhados por outras pessoas. O próprio site do Anki tem muito material compartilhado para quem deseja estudar inglês, por exemplo. Há, também, alguns poucos materiais voltados para concursos públicos.

Ao conjunto de cartões (questões) específicos de um determinado assunto dá-se o nome de deck (baralho, em inglês). Dessa forma, é comum as pessoas comentarem algo do tipo “meu deck de inglês tem 500 cartões“.

Apesar de ser possível encontrar “decks” prontos na Internet, o bom mesmo é criá-los. O sucesso do Anki está diretamente relacionado com a qualidade da formulação dos cartões. Confesso que é praticamente uma raridade eu usar decks de terceiros (eu costumo adaptar o conteúdo dos decks ou materiais que acho interessantes, mas evito seguir a lógica dos outros). Como diria meu amigo Japinha: “o Akilez não abre mão do seu padrão de qualidade” (não que seja melhor ou pior do que o dos outros, mas é o que funciona para mim).

Exemplos de Cartões

O objetivo deste post não é mostrar como o Anki funciona. O objetivo é alertá-los sobre a sua existência e motivá-los a utilizá-lo.

Para não dizerem que “falei o nome do Santo, mas esqueci de mostrar o milagre“, apresento abaixo uma imagem mostrando o funcionamento básico do Anki:

anki-ingles-pergunta

A figura acima mostra uma das “faces” do “cartão”, enquanto que a imagem a seguir apresenta o outro lado:

anki-ingles-resposta

Se tivermos traduzido a frase com extrema facilidade, então podemos clicar no botão “Fácil“. Caso estejamos mais perdidos que cebola em salada de frutas (essa eu aprendi contigo, hein Japinha?), então o melhor a fazer é clicar no botão “Errei“. Se tivermos acertado a resposta, mas sem muita facilidade, então poderemos clicar no botão “Bom“. Existem alguns atalhos no teclado para facilitar essa interação.

Dependendo do tipo de resposta que dermos, o Anki se comportará de uma forma. Questões marcadas como “Errei” ou “Bom” reaparecerão dentro da mesma sessão de estudo, ou seja, dentro do período de 1 minuto e 10 minutos, respectivamente.

É muito importante saber formular boas questões no Anki. Existem diversas regras que podem otimizar a absorção do conhecimento, as quais poderei falar em outro post. Todavia, existe uma regra de ouro que jamais poderá ser quebrada:

Você só aprenderá, aquilo que entender!

Essa regra pode parecer muito óbvia, mas o fato é que muitos estudantes a ignoram. Muita gente gosta de pegar coisas prontas a fim de “ganhar tempo”, mas se esquecem que o conhecimento deve ser “construído”. Não faz o menor sentido querermos colocar janelas em um edifício que mal possui a fundação!

Vamos supor que eu compartilhasse um deck de TI com vocês e, na hora que vocês fossem estudá-lo, aparecesse o seguinte cartão:

anki-linux-pergunta

O que vocês responderiam? Faz algum sentido para vocês isso aí?

E se eu dissesse que a resposta está aqui? Facilitaria? Vocês saberiam como cheguei a essa resposta? Para a maioria, a resposta será negativa.

Estou tentando mostrar que não basta saber a resposta. É extremamente importante entender aquilo que se está aprendendo. Saber a resposta do cartão acima, mas sem entender o processo envolvido, não vale de nada. É claro que essa regra não é absoluta. A grande maioria dos decks voltados para o estudo de idiomas pode ser utilizado sem problemas, contanto que saibamos identificar o significado das palavras ou expressões envolvidas. Decks para concursos também podem ser compartilhados, desde que a pessoa já tenha estudado a matéria em questão ou o deck seja muito bem feito, a ponto de entendermos o que se trata.

Então, sem querer me delongar, guarde esta máxima da aprendizagem: só se aprende aquilo que se compreende! (Até rimou!) 🙂

Apresento, a seguir, exemplos de questões existentes nos meus decks:

Pergunta Direta

questao-pergunta-direta

Pergunta Indireta

questao-de-tras-para-frente

Complete a Lacuna

questao-complete-a-lacuna

Verdadeiro ou Falso

questao-v-ou-f

Múltipla Escolha

questao-multipla-escolha

Questões Estilo CESPE “Nova Geração”

questao-cespe-nova-geracao

Questões de Bancas

questao-de-concurso

União Perfeita: Anki + Mapa Mental

anki-mapa-mental

Conclusão

Neste post introdutório sobre Anki, busquei apresentar — sem muitos detalhes — essa importante ferramenta para o estudo de flashcards. Meu objetivo não foi mostrar como ele funciona, mas a sua finalidade. Poderei, em posts futuros (e se tiver sido útil para alguém) explorar mais o aspecto operacional do Anki.

Antes de finalizar, preciso passar um recadinho…

Certa vez, fiz um treinamento com um discípulo do saudoso Paulo Freire e ele nos ensinou que a parte “chata” a gente deixa sempre para o final. Pensando bem, deve ser porque ninguém lê até o final mesmo. Enfim, se você decidir utilizar o Anki em seus estudos, saiba que é um caminho sem volta. O Anki só funcionará corretamente se você abri-lo todos os dias! Se ficar um dia sem revisar os cartões, você quebrará o “algoritmo” da Aprendizagem Por Repetição Espaçada. O programa continuará funcionando normalmente, mas a quantidade de questões a serem revisadas começará a acumular e o desânimo imperará. É sempre assim! Utilizo o Anki desde a versão 1.0 e já vi muitas pessoas abandonando seu uso por falta de disciplina (eu mesmo já fiz isso) e a volta ao ritmo antigo é sempre mais difícil. Fica o registro dessa observação.

De qualquer forma — e já sabendo que pouquíssimos vão se comprometer a utilizar o Anki — vocês podem criar flashcards em alguns sites voltados para esse objetivo, embora não utilizem o algoritmo de SRS. Não é o ideal, mas já é alguma coisa. Para quem quiser começar a brincar com flashcards, mas ainda não tem aquela disciplina sagaz para usar o Anki, recomendo visitar estes links:

Esses sites têm muito material gratuito para concursos! Sempre dou uma “passeada” neles em busca de questões interessantes compartilhadas gratuitamente. Quando encontro algo útil, importo logo para o Anki (mantendo sempre o padrão, é claro)! 🙂

Bônus

Para animá-los a instalar o Anki e começarem a brincar com ele, estamos disponibilizando um deck com 200 cartões para o estudo da língua inglesa. Esses cartões fazem parte do livro digital “As 750 Palavras Mais Comuns da Língua Inglesa“, de autoria do Rubens Queiroz. O trabalho do professor Rubens é referência no ensino desse idioma no Brasil. Ele possui uma lista de discussão excelente para quem quiser aprender inglês por meio de mensagens descontraídas e bem humoradas. Para maiores informações, acessem o site Aprendendo Inglês. Registramos, desde já, que todas as frases existentes no deck são de autoria desse ilustre professor.

A fim de evitarmos possíveis problemas com o autor, já que o arquivo PDF não possui nenhum tipo de licenciamento (Creative Commons, por exemplo) e foi disponibilizado gratuitamente pelo próprio autor, no ano de 2000, não iremos disponibilizar esse PDF para download. Todavia, uma prévia desse trabalho pode ser visto neste documento.

E só para reforçar: TODOS OS DIREITOS ESTÃO RESERVADOS A RUBENS QUEIROZ! Evitem compartilhar o material sem citar a fonte e dar os devidos créditos ao trabalho alheio!

A participação do DVAP na criação desse deck foi apenas o de adicionar cada uma das milhares frases inglês/português para o Anki. Foi um processo demorado, mas nada se compara ao trabalho inicial feito pelo Rubens Queiroz. Para quem quiser aprender a ler ou escrever em inglês, recomendamos o trabalho do professor.

Sobre o aprendizado da língua inglesa, eu posso testificar que bati muita cabeça por aí até encontrar um método efetivo (e gratuito) para o aprendizado desse idioma. Tenho alguns amigos que gastaram muito dinheiro em cursos caros e demorados em Brasília, mas não conseguem entender aspectos triviais do idioma. Eu poderia escrever um post, qualquer dia desses, sobre como ser autodidata no estudo da língua inglesa, mas o que quero registrar agora é que meu aprendizado deu um salto gigantesco após eu aprender as palavras mais comuns desse idioma. A sensação de conseguir ler um texto em inglês, sem muito embaraço, é fantástico!

Já falei até para o meu diretor, o Agamenon, fazer um Telecurso 2000 e retomar o estudo do inglês, pois o salário dele está muito alto para alguém com pouca formação acadêmica.

Segue, então, um deck contendo 200 cartões de inglês para o pessoal ir se familiarizando com o Anki.

Para baixá-lo basta clicar neste link:

Baixar Deck do Anki com 200 Cartões de Inglês.

E vocês… já utilizam a Técnica de Flashcard em seus estudos? Já conheciam ou já utilizavam o Anki?

Compartilhem, por favor, suas experiências nos comentários.

Bons estudos!

Akilez!